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Redes sociais para crianças: quais os limites e como estipulá-los

Elas já nasceram na era da conexão, mas nem por isso as redes sociais para crianças devem ter seu acesso livre, longe dos olhos dos pais. É muito importante que haja controle, tanto no uso quanto nos acessos, para segurança e proteção dos filhos.

Se, muitas vezes, os adultos não têm ciência de quantos dados são consumidos e quanta informação é compartilhada por eles mesmos, imagine uma criança, que não tem a noção de perigo. É preciso que os pais tenham domínio e preocupação, orientando o filho da melhor forma.

Neste post, saiba quais são os limites de uso pelas crianças e como aplicá-los no dia a dia. Boa leitura!

Converse com seu filho

O primeiro ponto para estipular os limites do uso das redes sociais é ter uma conversa aberta com a criança sobre todos os perigos. Não deixe de fora a questão da idade permitida, uma vez que 13 anos é o mínimo em muitas regras dos aplicativos como Facebook, Instagram, TikTok, Snapchat e outros que são comuns entre as crianças.

Muitas vezes os colegas das crianças já os usam desde cedo e eles vão querer participar também. Isso é natural, mas aqui já está mais um controle muito importante de responsabilidade dos pais, isto é, permitir ou não o acesso, a depender da idade da criança. As próprias plataformas fazem controle desses dados e, muitas vezes, excluem as contas.

Explique sobre os sites que podem ou não acessar, sobre golpes e pessoas mal-intencionadas nas redes. Enfim, deixe-as tranquilas quanto ao uso, mas ciente de que você vai controlar.

Além disso, o diálogo amigável quebra barreiras que permitiriam que a criança esconda algo, por exemplo. Por isso, a conversa aberta é sempre a melhor opção. Seja amigo, mostrando que ela pode fazer uso, mas com respeito às autorizações dadas pelos pais.

Tenha filtro

A internet não é apenas a vilã. Ela pode ajudar muito na educação e no desenvolvimento das crianças. No entanto, para isso acontecer, é preciso que haja filtro daquilo que está disponível para ela mexer.

Incentive o uso de aplicativos educativos, com jogos de raciocínio, lógica e de idiomas, por exemplo, em vez de apenas liberar as redes sociais, pois isso faz com que elas consumam apenas sobre a vida de outras pessoas.

Além disso, com esse filtro, você evita que a criança crie traumas ou outros impactos gerados por comparação, por exemplo, a partir de algo que ela viu na timeline. Sem contar as páginas inadequadas que ela pode encontrar, por isso, também as conversas são essenciais, a fim de orientá-las quanto a isso.

Esteja sempre se informando sobre novos aplicativos e notícias relacionadas à internet para crianças. Dessa maneira, você também consegue filtrar o que ela pode ou não usar.

Crie senhas

Um limite muito importante a ser colocado no uso das redes sociais são as senhas e privacidade de contas nesses sites. Para isso, a sugestão é que elas sejam controladas pelos pais, pensando em criar algo relevante e forte, evitando a invasão de acessos.

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Além disso, essa prática ajuda até mesmo as crianças a não compartilharem as informações com pessoas mal-intencionadas. Faça também, de tempos em tempos, uma atualização das senhas, trocando por outras.

Controle o que é compartilhado

Sempre pensando no bem-estar e segurança dos filhos, é preciso ter controle sobre o que é compartilhado, uma vez que pessoas desconhecidas podem comentar, reproduzir e até mesmo controlar os passos da criança a partir do que foi postado. 

Além disso, o bullying também pode ser provocado por outros jovens a partir dessas páginas a que seu filho tem acesso. São muitos os casos de crianças que sofreram e sofrem assédio pelas redes sociais e, pensando nessa exposição desnecessária, é preciso controlar tudo o que é postado por lá.

Sem contar que as próprias redes sociais nem sempre oferecem segurança aos usuários, dessa forma, é preciso ficar ainda mais atento ao que é feito por lá.

Estipule horários

Assim como outras regras que os pais impõem relacionadas aos horários, o mesmo deve ser feito pensando no uso das redes sociais para crianças. Esse limite deve ter como objetivo não permitir que os aplicativos interfiram no rendimento escolar, por exemplo, mas também visando um desenvolvimento saudável fora das telas.

Muitas vezes o hábito de mexer no celular começa na primeira infância, quando os pais o usam para entreter os pequenos em lugares que os deixam impacientes.

Também o hábito de os familiares usarem regularmente o celular acaba gerando interesse nas crianças, mas dar esse tipo de liberdade pode prejudicar o crescimento do seu filho. Portanto, fique atento!

Incentive a criança a fazer outras atividades que não apenas mexer no celular. Participe do dia a dia deles com interações mais participativas offline, mostrando que é possível se divertir fora das telas. Assim, você evita que essa prática vire um vício.

Use software

As novas leis de proteção de dados estão aí para fortalecer a segurança de informações dos sites e aplicativos. No entanto, ainda assim, é importante a administração por parte dos pais a fim de impor limites ao uso das redes sociais pelas crianças. Pensando nisso é que existem diferentes softwares de controle.

O Hero conta o Família by Hero, que tem como objetivo ajudar os pais a observarem e dar permissões do que as crianças podem ou não fazer na internet. Além disso, essa ferramenta permite que sejam emitidos relatórios de uso, de forma que os pais consigam saber quais sites precisam de atenção maior, caso tenha sido criado um alerta.

Aplicativos como esses ajudam os pais a estipularem limites e acompanharem caso os filhos tenham usado as redes sociais ou outros sites fora do horário combinado, por exemplo. É mais um auxílio na hora da educação infantil.

Gostou deste conteúdo sobre redes sociais para crianças? Então, aproveite para continuar aprendendo sobre o assunto e veja nosso texto sobre os perigos e as vantagens de um smartphone para crianças!

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